Quem fez assina
Cada release sai com o nome do par responsável. Auditoria de código é parte da entrega, não um adicional contratual.
Somos um estúdio independente de onze pessoas. Fazemos software para empresas brasileiras que precisam mover sistemas críticos sem alongar contratos sem propósito claro.
Começamos numa sala emprestada na Vila Madalena, em 2018, com a ideia de fazer software como quem escreve um livro técnico: com revisão, com tempo e com nome dos autores na capa.
O Grid Aberto nasceu em julho de 2018 a partir de uma decisão simples: trabalhar com no máximo cinco clientes ao mesmo tempo, e responder pelo software entregue, não pelas horas faturadas. Nosso primeiro projeto foi um sistema de logística para uma cooperativa em Cascavel, ainda em produção hoje.
A palavra estúdio implica autoria. Cada projeto que sai daqui carrega o nome de quem o conduziu, e a responsabilidade por mantê-lo de pé continua sendo nossa, mesmo depois do encerramento formal. É um compromisso que limita quanto crescemos, e está tudo bem assim.
Em vez de pirâmides com gerências e células, trabalhamos em duplas: um diretor de engenharia e um par de engenheiros senior por projeto. Os times acessórios — produto, design, dados — entram quando o problema pede e saem quando o problema acaba.
Nenhum projeto começa sem uma fase de descoberta paga. É a única maneira que encontramos de chegar à proposta com clareza sobre escopo, custo e risco. A primeira conversa, claro, é sempre cortês.
Não são valores institucionais. São critérios concretos que aparecem nos contratos, nos pull requests e nas reuniões de retrospectiva.
Cada release sai com o nome do par responsável. Auditoria de código é parte da entrega, não um adicional contratual.
Você acessa o código desde o primeiro commit. Ações, PRs e decisões de arquitetura ficam documentadas em português.
Releases a cada duas semanas, demonstrações sem slides. Se não há o que mostrar, dizemos isso na hora.
Sustentação por seis meses faz parte da proposta padrão. Nada de jogar o sistema por cima do muro e desaparecer.
As três aparecem em cada projeto, sem exceção. As outras oito desenvolvem em tempo integral e também aparecem — basta pedir uma conversa técnica.
Quinze anos em sistemas distribuídos. Antes do estúdio, liderou a plataforma de pedidos do iFood entre 2015 e 2018. Mestre em Sistemas pela USP.
Trabalha em infraestrutura desde 2010. Conduz as práticas de SRE e a disciplina de FinOps do estúdio. Vive em Curitiba e mantém um blog técnico desde 2014.
Conecta engenharia e negócio. Veio do Itaú e do Nubank, com foco em produtos regulados, governança de dados sensíveis e LGPD aplicada.
Sem comercial, sem deck. A primeira conversa é com a Helena ou com a Mariana, sempre. Trinta minutos, no horário que cabe na sua agenda.